26 de abr. de 2015

Teacher - 27



Continuei naquele jogo de provocação, ora passava meus lábios por seus ombros ora o beijava e ele correspondia mas era como se algo o impedisse de realmente fazer aquilo. Me separei de pressa e o encarei, o mesmo deu um sorriso e então depositou um beijo na minha testa, e eu não preciso que aquilo quebrou totalmente o clima né?! Lembrei do meu pai ele me dava beijos nas testa, meu ex pai na verdade.
Seus braços compridos envolveram meu corpo e eu me encolhi em seu peito, com nosso corpos colados pude sentir o volume que estava concentrado na sua calça, ainda com a cabeça na curva do seu pescoço deixei um sorriso bobo escapar entre meus lábios. Soltei uma das mãos da sua cintura e desci devagar logo chegando a onde eu queria, apertei seu sexo com força mas de uma forma que eu não o machucasse e em resposta recebi um gemido abafado, apertei mais uma vez e movimentei meus dedos no local.

- Vai preparar o jantar agora - massageei seu membro - ou depois?

Sorri assim que vi o mesmo com os olhos fechados e com a cabeça jogada para trás, o empurrei de novo contra a parede e então coloquei as duas mãos por dentro da calça cinza de moletom, puxei o elástico da box e logo toquei seu membro. Tateei o local com cuidado sem pressa alguma, aquele par de olhos verdes não paravam de me olhar um minuto, sua fisionomia mudou completamente, sua cabeça se escorou na parede e ele mordeu o lábio. Fiquei um pouco na ponta dos pés e peguei seu lábio inferior, minha mão continuava a estimular o local e eu me mantinha forte tentando não gemer com toda a situação. Minha parte mais intima já estava ardendo de prazer e eu podia sentir a umidade dela pelo meu jeans! Comecei a fazer movimentos mais rápidos e então escutei o que eu tanto queria.

- Ah.. ah .. TRIS.. -sua voz rouca chamava meu nome e eu continuava o estimulando-

Olhei para baixo e pude ver que as veias do local já estavam bem expostas, conforme os movimentos minhas mãos ficavam mais lubrificadas fazendo com que eu aumentasse cada vez mais a velocidade.

- Puta que pariu - ele urrou -

Depois dessas três palavras não precisou mais de muito esforço para ele se desfazer entre minhas mãos. O seu liquido acabou por atingir não só minha mão e calça mas também a parede lateral da cozinha, ele respirava ofegante e eu apenas me sentia feliz por conseguir fazer ele sentir alguma coisa já que nunca havia feito isso.
O encarei e ele sorriu me beijando em seguida, sua boca assim como eu havia feito minutos atrás puxou meu lábio inferior, fazendo eu sentir o famoso gosto de ferrugem. Arranhei a parte traseira do seu corpo e então levantei seu moletom o tirando em seguida, não me importei aonde ela queria nem se iria sujar, na verdade não estava me preocupando com nada a não ser nós dois.

- Você prefere como? - passou a mão pelo meu corpo e apertou meus seios -

Não sabia o que responder nas duas vezes em que eu transei foi com carinho e não teve nada muito quente porém foi bom, Neitan sabe bem como deixar uma pessoa confortável nada muito dolorido mas nada muito indolor.
Arranhei suas costas com força e ele urrou de dor surpreso

- Assim. -mordi seu lábio- prefiro assim!

Ele assentiu e então diminuiu o espaço entre nós o que na minha cabeça era impossível mas não foi, depois das minhas palavras ele parecia mais entregue e disposto a fazer isso.
Levantei as mãos fazendo com que ele pudesse tirar minha blusa, assim como seu moletom a peça de roupa foi arremessada em algum lugar da cozinha, abri o zíper do meus jeans e ele sorriu ao ver meu desespero. Sim eu queria tê-lo mais do que qualquer coisa e eu acho que ele não tinha percebido isso pois estava sendo tão vagaroso..
Estava apenas de calcinha e ele com sua cueca branca, a cada minuto os beijos ficavam mais precisos, seu corpo era escultural de mais para minha mão ficar só em um local por isso o explorava com minhas mãos até onde conseguia.

- Vira! -arqueei a sobrancelha- de costas.

Arregalei os olhos me virei, os beijos que antes eram distribuídos pela minha face agora não tinham um lugar certo apenas iam se distribuindo por toda extensão das minhas costas. Minhas mãos agarraram a parede quando senti sua boca úmida na minha cintura, ele dava pequenas lambidas e mordidas variando o beijo, joguei a cabeça para trás e soltei um dos meus primeiros gemidos quando senti seus dedos acariciando minha intimidade, não conseguíamos distinguir da onde vinha a lubrificação que se encontrava nos seus dedos, tanto a minha intimidade quanto seu membro estavam molhados. Fui surpreendida com um puxão no cabelo, minha cabeça ficou para trás no seu limite e eu gemi de dor, sua boca mordeu a região com força e eu passei a unha pela parede na qual eu estava encostada.
Minha vagina se contraiu assim que eu senti seus dedos a invadirem com força, eu queria estar de frente e beija-lo mas aquilo estava sendo tão maravilhoso. Gemi em reprovação quando ele tirou seus dedos, mas entendi o que ele estava fazendo quando ele penetrou dois de uma vez só, Neitan já havia me falado sobre preparar o local para não doer, mas eu não senti nada com tanta intensidade como agora. Enquanto  dois dos seus dedos estavam em mim a sua mão livre apertava meus seios me fazendo gemer cada vez mais alto, senti a lubrificação que se encontrava em minha vagina escorrer nas minhas pernas, suas mãos abaixaram minha tanga e mentalmente eu me perguntei como a ceroula suportou tanta lubrificação. Suas mãos afastaram minhas nádegas e eu mordi o lábio inferior pensando no que viria, fui ao céu e voltei quando senti sua língua tocando minha vagina, o mesmo mordiscou e então puxou os grandes lábios fazendo eu flexionar nas pernas de prazer, sua língua circundou o local e então ele começou a chupar, como se estivesse chupando.. qualquer coisa chupável, mas não era um simples chupada era a chupada. Eu falava palavrões desconexos apenas tentando transmitir o que eu estava sentindo o que era um misto de sensações.

- Como pode ser tão doce? -sua voz soou mais grave que o norma-
- n-não para -disse e abri mais mas pernas-

Os movimentos diminuíram e eu suspirei me recuperando. Fiquei na ponta dos pés assim que senti seu dedo de novo na minha entrada, estar sendo chupada e fodida certamente te tira os sentidos, não conseguia pensar em nada a não ser no seu membro me invadindo, o que estava prestes a acontecer.
Suas mãos pegaram as minhas as levantando, nossas mãos entrelaçadas ficaram quase na altura do lustre pelo fato da casa não ser muito alta, sua cabeça se encostou na minha e só então vi o quanto ele estava ofegante.
Minha intimidade ardeu e logo depois se contraiu sobre seu grande membro, seu pau entrava e saia com força de dentro de mim fazendo com que meu quadril se chocasse na parede entre uma estocada e outra.

- A-ah - gemi alto -

Alguns gemidos escapavam, uns altos, outros baixos, eu estava sendo cuidadosa não queria que os vizinhos pensassem asneiras quando visse o professor saindo de casa. Sua mão pegou um pouco dos meus fios de cabelo que estavam solto e então os puxaram para trás, com força. 
Seus movimentos iam de super lento a hiper rápido fazendo minha intimidade se contrair facilmente, eu sabia que meu ápice estava perto mas ele estava tão empolgado, seus gemidos eram altos e ele dizia que me amava entre cada um minuto, e eu não queria acabar com isso. Não agora.

- E-eu to quase lá - disse e então estocou com força -

Nesse momento eu gritei, gritei de dor e mais alguma coisa, minha intimidade estava começando a ficar sensível assim como eu.
Minhas pernas bambearam e eu fiquei na ponta do pé, ele penetrou com força e então parou dentro de mim e em segundos eu senti seu líquido me preenchendo por completa, tremi um pouco e logo senti uma sensação muito nova, abaixei minha cabeça e respirei com força tentando acalmar tudo dentro de mim. Era impossível distinguir o que estava na minha perna aquilo era uma mistura de nós dois, a primeira mistura de nós dois.



{...}

Depois de lavar os pratos do jantar nos deitamos no sofá para assistir um filme de comédia romântica, daquele bem clichês ou seja meu favorito. Neymar estava diferente parecia estar com vergonha ou algo do tipo, 

- Posso te perguntar uma coisa? -disse baixo-
- Pode sim - respondeu no mesmo tom -

Me virei no sofá ficando de frente para ele, o mesmo me agarrou pela cintura e me deu um selinho rápido em fazendo sorrir

- Foi tão ruim assim? - ele me olhou e ficou mudo -
- Não é isso..
- O que é então? desde que nós transamos você fic.. - ele me interrompeu -
- Eu queria ser o primeiro - disse rápido -

Suas palavras foram rápidas mas ainda sim compreensíveis, me sentei no sofá e ele fez o mesmo, suspirei fundo e passei a mão por seu rosto

- Eu também queria que sua primeira vez fosse comigo. -disse baixo-

Ele olhou dentro dos meus olhos e então engoliu seco.

- E foi.. minha primeira vez foi com você! -arregalei os olhos-
- Neymar.. -tentei pronunciar uma frase-
- Estou feliz que tenha sido com uma pessoa que eu amo, eu te amo, e não quero falar sobre isso - me selou -


*******************

Primeiro hot, esse ficou diferente dos outros, tentei ser mais especifica e menas.. hum como vamos dizer, tentei não ser tão tipo '' ai mais rápido, uh uh '' essas coisas, haha me desculpa pela demora. Amo vocês, não queria dizer nada mas eu acho que o próximo é HOT! Por isso comentem bastante :) 

6 comentários:

  1. Aaaah que tudo pft criativo dms parabèns continuaaaaa

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  2. CARAMBA KKKKKKKKK UAL OQ FOI ISSO KKKKKKK muito bom mesmo, continuuua

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  3. Hot hot hot hot 👏👏👏👏👏 ta muito bom Mai!

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  4. Continua!! Que capítulo Mara que horas foi esse...

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Atenciosamente Uma Neymarzete Sonhadora xx